Governança / Limites

Limites éticos e operacionais

A Galateia protege pessoas e organizações contra crime, espionagem e vigilância ilegal. Não trabalha contra a atuação regular de autoridade pública. Este documento diz o que fazemos, o que não fazemos e por quê.

Não realizamos atividades sem finalidade legítima, base jurídica, autorização adequada ou capacidade operacional compatível.

O que é legítimo — e é o nosso trabalho

O que não fazemos

A distinção que organiza tudo: proteger-se de crime, espionagem e vigilância ilegal é legítimo. Frustrar ato legal de autoridade encerra a relação.

Dispositivos e comunicações institucionais

Dispositivo fornecido por órgão ou empresa está sob a política da instituição. Não modificamos, não removemos gerenciamento e não contornamos controles — o trabalho ali é recomendar à instituição. Comunicações oficiais têm regime próprio de registro e transparência; o que a lei manda registrar, permanece registrado. A separação entre o pessoal e o institucional é parte do próprio serviço.

Cliente sob investigação ou fiscalização

Se surgir que o cliente é alvo de investigação, procedimento administrativo ou fiscalização, a implantação é pausada, nenhum dispositivo é alterado e o cliente é direcionado ao advogado dele. Qualquer continuidade fica condicionada a orientação jurídica formal. Isso vale inclusive quando o cliente é inocente.

O que não prometemos

Em caso de ameaça à integridade física, o caminho é procurar a autoridade policial competente — não se proteger dela. Isso resume a orientação da prática inteira.